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História do Clube
Perto de um Século de muita Emoção

Uma História de Glórias e um Passado de Conquistas

Albuquerque Lins,1924, a sociedade de então, composta por famílias tradicionais de homens de negócios, fazendeiros, bancários, professores, médicos e políticos locais, vindos de muitas outras cidades e regiões do país para aqui viver e prosperar, sentiu a necessidade de fortalecer os laços sociais desta pequena, porém próspera cidade recém emancipada de Bauru. Então, decidiram se organizar em um clube para o deleite de suas famílias e amigos, e promover noites culturais e artísticas, com bailes de gala, recitais, concertos musicais, sessões declamatórias e conferências, muito comuns nas grandes cidades da época.

No dia 15 de dezembro de 1924 foi realizada a Assembleia de Fundação do Clube Linense, e eleiçãoda primeira diretoria, no Theatro Salvador. Os que estavam presentes nesta reunião foram: Durval de Paula Ferraz, Dr. Methodio Luiz Alves de Moura, José Corrêa de Mello, Paulo Lusvarghi, Nicolau Senise, Dr. Paulo Barboza de Campos Filho, Dr. Mario Pinto de Avellar Fernandes, Dr. João Norberto Longo, Octávio R. de Carvalho, Pedro Ferreira, Florêncio Pupo Netto, José Rebouças de Carvalho, Dr. Luiz Jefferson Monteiro da Silva, José Garcia de Carvalho, Durval de Paula Ferraz, Paulo Barbosa de Campos Filho, Luiz Carvalho Filho, João José Garcez, Antonio Jonis, João Baptista Henry Bauer, Benedito de Oliveira Funchal, José Antonio da Silva, Ido Sady, Carlos Artusi, Vicente Ramalho, Moysés Rebouças de Carvalho, Nestor Eduardo Ferreira, Sebastião Rebouças de Carvalho, Pe. João Carreli, Alfredo Sebastião de Oliveira, Amador Candido Rodrigues, entre outros.

Na posse da diretoria eleita, nesse mesmo dia, os Srs. José Rebouças de Carvalho e Dr. Luiz Jefferson Monteiro da Silva saudaram os Diretores eleitos. O Sr. José Correa de Mello propôs constar em Ata os votos de louvor aos Srs. Pedro Ferreira, José Garcia de Carvalho e Durval de Paula Ferraz pelos esforços nos trabalhos preliminares para a organização da sociedade. O projeto do Estatuto, que havia sido preparado pela Comissão Preliminar, foi lido, discutido e introduzidas emendas. Também aprovada por unanimidade a compra de um terreno medindo 22 X 44 m na esquina da Rua Olavo Bilac com a Avenida 12 de Outubro (hoje Voluntário Vitoriano Borges) de propriedade do Sr. Antonio Garcez, para nele ser erguida a sede do clube.

No princípio de1925,o então presidente, Sr. Durval de Paula Ferraz, colocou em concorrência a construção da sede social. Ganhou a licitação o empreiteiro Joaquim Felipe, com o valor da obra estimado em 105:000$000 (cento e cinco contos de réis). Com a importante participação do Cel. Jayme de Toledo Piza e Almeida, conseguiu-se um empréstimo para pagamento do empreiteiro e para a compra dos móveis do clube.

No final de 1925, um ano após a sua fundação, foi publicado um edital convocando a Assembleia para conseguir fundos para pagar a construção da sede, e antes mesmo desta estar pronta, já se abriram as inscrições para a adesão de novos sócios.

No ano de1926 tivemos dois momentos muito importantes a comemorar: a mudança de nome de nossa cidade de Albuquerque Lins, para Lins e, no dia 9 de maio a grande festa de inauguração do clube.

A hoje tradicional entidade teve um passado de glórias, pois, desde o seu princípio, sempre recebeu as melhores orquestras, músicos e artistas que visitavam nossa cidade, proporcionando belas noites artísticas aos seus sócios, familiares e visitantes.

Suas promoções sempre atraíam muitas pessoas das cidades vizinhas e assim podia o Clube Linense cumprir com distinção e elegância sua missão de confirmar o justo e merecido prestígio de que a cidade de Lins gozava socialmente nesta extensa e próspera região.

A partir de1930, período da Primeira República, os produtores de café vivem o seu apogeu. A Ferrovia Noroeste do Brasil, que puxou a expansão da região do interior paulista, atraía imigrantes e permitia a colonização de novas áreas.

Lins, em pleno avanço na produção de café, recebe um novo morador, Fernando de Souza, entusiasta da prática do tênis, que atrai para o esporte um grupo de amigos. Estava introduzido o esporte da raquete em nossa terra, e com a construção de uma quadra para aprendizagem e prática do esporte, surge o Lins Tênis Clube, em1931. Elaborado o Estatuto, escolheu-se a primeira diretoria, e com a compra de um terreno construíram a primeira quadra de tênis, onde os primeiros campeonatos regionais e estaduais se realizaram, por estarem cadastrados na Federação Paulista de Tênis. Devido ao aumento do número de associados, construiu-se uma segunda quadra, sendo uma delas iluminada. Aumentou-se a estrutura do clube, com nova secretaria, novos vestiários, e alguns anos depois uma piscina nas medidas oficiais. A contratação do técnico Minoru Igay para treinar os nadadores, proporcionou a feliz possibilidade de realização de campeonatos internos e exibições.

Até1945 todos os acontecimentos sociais mais importantes da cidade de Lins aconteciam nas dependências do Clube Linense, conforme noticiou o Correio de Lins: “Desde os primórdios da civilização linense, uma sociedade recreativa tem conquistado os triunfos da representação do nosso município – o Clube Linense.” Como suas instalações estavam pequenas para abrigar os importantes eventos que lá aconteciam, a Diretoria de então, empenhou-se na construção do novo prédio. Inicialmente fizeram as necessárias alterações do Estatuto Social para permitir esta nova construção.

Em meados do ano de1946 iniciou-se a construção da nova sede social, com projeto de autoria do Dr. Ernani Penteado (Chefe do D.O.P.), em estilo colonial. Com as obras sendo executadas pelo Construtor, Américo Anselmo. Logo em seguida se iniciaram as tratativas para análise da possibilidade de se juntar três importantes clubes da cidade em um só. Como a maioria dos associados era comum entre os Clubes Linense e Lins Tênis Clube, e com a possibilidade de se juntar com a Associação Bancária, em Assembleia Geral decidiu-se pela fusão dos três clubes, e em 8 de novembro de 1946, formou-se uma Junta Governativa dos Clubes Coligados de Lins, assim composta: Presidentes: Dr. Urbano Telles de Menezes (Clube Linense), SadySchueler Moura (Lins Tênis Clube), Romeu Freire de Lima (Associação Bancária de Lins), e Secretário Geral, Hélio Rivera Cardoso, para trabalharem nesta fusão.

Resultou no clube que passou a chamar-se “Clube Ouro Verde”, levando este nome pelo fato de Lins estar sendo conhecida e ter comoslogan “Capital do Café”, e a expressão Ouro Verde se fazia conhecida em todo o mundo com o grão que impulsionava a economia.

O Clube só teve este nome durante um ano. Os associados fizeram um abaixo-assinado e em Assembleia Geral devolveram o nome de Clube Linense e assim permanecendo até os nossos dias. A sede da Associação Bancária (Rua Luiz Gama onde hoje está o Edifício Torre de Lins passou a ser salão do Clube Ouro Verde e, posteriormente devolvido à Associação Esportiva Linense (hoje ABCEL), uma vez que antes de ser dos bancários, pertencia a Associação dos Moços Nipônicos de Lins e do Correio Japonês, confiscado durante a guerra.

No salão da Sede Social os eventos aconteciam sempre com pleno êxito e grande participação de todos os associados e visitantes. Além de eventos culturais, aconteciam também eventos de outras naturezas, como em1948, o 1º Congresso de Estudo e Combate a Broca do Café, com a participação de todos os interessados no assunto, e com a presença de autoridades federais e municipais, como o Cel. João Pedro de Carvalho Jr. (presidente do Congresso), Dr. João José Abdala (representando o Presidente da República, Gen. Eurico Gaspar Dutra), Dr. Joaquim Mauro Prado Negreiros (Prefeito de Lins), Dr. Pedro da Rocha Braga (representando o Governador do Estado de São Paulo, Sr. Adhemar de Barros), e Dr. Iris Memberg (Presidente da Faresp).

Antes do término da reforma total do Clube, no princípio da década de1950,acontecem, os primeiros bailes de debutantes. Baile em que as jovens de aproximadamente 15 anos eram apresentadas oficialmente à sociedade local, começando assim uma nova fase de sua vida. A partir do seu “debut” a jovem passava a frequentar reuniões sociais, a usar roupas mais adultas e tinha permissão para namorar. Ocasião em que as jovens usavam o seu primeiro vestido longo, no mais esmerado traje a rigor, e levadas por seus pais e padrinhos a dançar a valsa, a porta de entrada para a vida adulta.

Em 28 de novembro de1953,numa grande noite de gala, aconteceu a Reinauguração da Sede Social pós reforma, com baile de traje a rigor, e coroação da Rainha do Clube.

Os anos se passavam, os eventos promovidos pelo Clube Linense se perpetuavam em grandes bailes e festas noturnas na Sede Social. E em1964, o pintor japonês e linense de coração, TeisukeKumassaka começa a trabalhar em um novo projeto: dois grandes painéis de óleo sobre tela conhecidos como “As Bailarinas” – quadros que medem cerca de 6 X 4 m e que ladeiam o palco principal do Salão Social do piso superior até os dias de hoje.

Na Sede de Campo, os dias eram alegres, com muitos encontros, banhos de piscina, partidas de tênis, e tardes amenas de flertes e paqueras entre os jovens e visitantes que lá frequentavam. No ano de1969, 14 de abril, foi realizada a grande reinauguração da Sede de Campo, após amplas reformas que se iniciaram em 1955, com a construção da piscina infantil, ampliação dos vestiários, e construção de playground.

As mais tradicionais festas que aconteciam e que movimentavam toda a sociedade do Clube Linense eram: os Bailes de Reveillon, em que normalmente tomava posse a nova Diretoria, inicialmente para o ano seguinte, e, com o passar dos anos, para o biênio seguinte. Os Bailes do Município, que aconteciam no dia de aniversário de Lins (21 de Abril), baile este de gala, com a exigência de traje a rigor, quando se apresentava a Rainha do Clube Linense para aquele ano e que era escolhida dentre as Debutantes. O Baile de Debutantes, ou Baile da Primavera, era, tradicionalmente, realizado nos meses de setembro. Desfiles de moda em parceria com a importante Indústria de Tecidos Bangu, e com lojas de calçados locais. Os bailes juninos com os associados usando trajes típicos, dançando a quadrilha, e, por vezes, contava com a presença de figuras importantes do cenário artístico. Em 19 de junho de1971,teve a presença contagiosa e a alegria do cantor Jair Rodrigues. Não poderíamos deixar de mencionar as saudosas e animadas noites de Carnaval. Acontecimento em que todos se movimentavam com meses de antecedência para montar os Blocos Carnavalescos, com fantasias de muita criatividade, e riqueza nos detalhes. As matinês infantis aconteciam nas tardes de domingo e terça-feira, no Salão Social. Evento especial foi a fundação de uma escola de samba,“Grêmio Recreativo Escola de Samba Renascença”, que teve a sua estreia em fevereiro de 1975, e levou muita alegria e união aos associados, assim como para toda a cidade. Desfilava nos carnavais de rua, entoando com enorme sucesso os sambas-enredo compostos para cada ano.

A década de 70 foi marcada por muitos “shows” de música popular brasileira, como as promoções dos Diretórios Acadêmicos das Faculdades de Engenharia e Odontologia de nossa cidade, e que aconteciam no salão da Sede Social. E por lá se apresentaram: Vinícius de Moraes, Toquinho, Marília Medalha, Quarteto em Si, MPB4, Gal Costa, Caetano Veloso, Elis Regina, Paulinho da Viola e tantos outros. Por muitos anos os bailes de formatura dessas duas faculdades eram lá realizados. Animadas também começaram as brincadeiras dançantes das noites de domingo no espaço destinado ao restaurante da Sede Social, no piso térreo: a “ grande temporada” dasboatesdo Clube Linense. Por alguns anos ficou neste local, e mais tarde passou a ocupar o pequeno salão oitavado da Sede de Campo, ganhando o nome de Chaleco. Nesse espaço, ocorriam também brincadeiras dançantes ao som de conjuntos de música de jovens linenses. O Chaleco funcionou frequentemente em todas as noites de sábado até meados dos anos 80. Lá também realizaram-se muitos concursos de dança dos Anos 80, com muito sucesso, os famosos Flashdances, com a participação de jovens sócios do Clube.

A última edição do Baile de Debutantes aconteceu no ano de1989. A partir da década de 90 as reuniões sociais diminuíram significativamente, assim como também os associados. E no início do novo século, a partir do ano 2.000, quase houve a desativação total do clube. Parte do prédio da Sede Social foi alugada a um empresário da cidade que lá instalou um restaurante e o restante do prédio alugado à Prefeitura Municipal de Lins, para abrigar a Diretoria de Cultura. Nessa ocasião a sede de campo já se encontrava totalmente desativada.

O novo Conselho Deliberativo para o exercício de 2009/2011, tendo como Presidente o Sr. Luiz Antonio D’Eugenio, convocou uma Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 25 de agosto de2009,para deliberar sobre a venda ou manutenção da sede esportiva solicitada pela Diretoria de então. Após manifestação dos sócios presentes foi aprovada a seguinte proposta: a venda da sede de campo pelo valor mínimo de avaliação, quitação de dívidas, aplicação de parte dos recursos para a revitalização da sede social, investir o restante do dinheiro em novo projeto na Comarca de Lins, tendo como limite o prazo de um ano para a realização da respectiva venda. A venda concretizou-se, com edital de parcelamento da área registrado no Cartório de Registro de Imóveis de Lins, publicado, em 06/10/2010.

Em maio de2011,começou a demolição do patrimônio esportivo do Clube Linense, momento de grande tristeza para todos nós que lá construímos lembranças de tantas idas e vindas, entre a piscina, as quadras de tênis e o famoso Chaleco.

Criou-se o impasse quanto ao destino da Sede Social. Por um lado, com a manutenção precária e sérios danos na sua estrutura, de outro, como uma das mais belas e suntuosas referências arquitetônicas da história de Lins.

Em2012,a Diretoria sugeriu a venda também da Sede Social para investir num clube náutico na beira do Rio Dourado. Como a Prefeitura Municipal (Diretoria de Cultura) ocupava o prédio, foi lhe oferecida a compra, não tendo havido interesse por parte da municipalidade. Com a desistência, o COMDEPHAC, Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental de Lins, propôs então o tombamento da sede como meio de preservação desse belo patrimônio, de valor histórico incalculável, através de Ofício encaminhado. Na mesma ocasião, propôs também o tombamento dos dois quadros de TeisukeKumassaka, “As Bailarinas”, que se encontram ladeando o palco do salão social. O processo de tombamento foi interrompido (não paralisado) a pedido da Diretoria, aguardando os novos rumos a serem dados.

Em 2013, a Diretoria Executiva e o Conselho Deliberativo apresentou proposta de “fusão” do Clube Linense, com o Lins Country Clube. De um primeiro encontro entre os sócios Álvaro Francisco Senise Queiroz e Raul Furquim Neto, estes resolveram procurar e contactar outros associados, tanto Patrimoniais como Remidos, surgindo daí um movimento para preservar o C.L.

Convocada pelo presidente do Conselho Deliberativo, reuniram-se, em 25/04/2013, em Assembleia Geral Extraordinária, os poucos sócios remanescentes, tanto Patrimoniais como Remidos, para deliberar sobre a proposta de fusão do C.L com o Lins Country Clube, que foi rejeitada pela grande maioria dos presentes. Outra ainda foi apresentada, a doação da Sede Social para a Prefeitura Municipal, também rejeitada. Como consequência, foi marcada nova Assembleia Geral para eleição de novo Conselho Deliberativo.

Concorreu às eleições uma única Chapa, denominada “Preservação, Continuidade e Harmonia”, assim composta: Conselheiros Titulares: Álvaro Cardin, Álvaro Francisco Senise Queiroz, André Luis Beozzo Junqueira de Andrade, Oscar Leite de Barros, Raul Furquim Neto, José Antônio Ribas, Marcelo Viegas Tristão, Francisco da Cunha Diniz Junqueira, Luiz da Cunha Diniz Junqueira e Irany Laraya Júnior, e Suplentes: Arlindo Milanezzi, Bernardo Luiz da Costa Fumió, Iramaia Celia Molina Destro, Maria José Garcia de Toledo Piza, Sônia Rolim Prado Medrado, e em 17/05, em Assembleia Geral, estes foram proclamados eleitos e empossados para o Conselho Deliberativo, e sua Diretoria assim constituída: Presidente, José Antônio Ribas, Vice, Francisco Luiz da Cunha Diniz Junqueira, 1º Secretário, Marcelo Viegas Tristão, e 2º Secretário, Arlindo Milanezzi. Para Presidente da Diretoria Executiva foi eleito Álvaro Cardin, e para o Conselho Fiscal Raul Furquim Neto, Israel Verdeli, e José Bráulio Junqueira de Andrade. Para compor os demais cargos da Diretoria Executiva, foram nomeados os seguintes associados: Vice, Álvaro Francisco Senise Queiroz, 1ºSecretário, André Luiz Beozzo Junqueira de Andrade, 2º Secretário, Paulo Erico Ferreira Villela, 1ºTesoureiro, Clóvis Junqueira de Andrade, 2º Tesoureiro, Oscar Bráulio Beozzo Junqueira de Andrade, Diretor de Patrimônio, Ciro de Andrade Junqueira, Diretor Social e Esportes, Adelaide Carolina dos Santos Queiroz.

Logo após a posse da nova Diretoria Executiva para o biênio 2013/2015, iniciaram-se os trabalhos para cumprir os objetivos aprovados em Assembleia Geral Extraordinária de 2009,ou seja, de utilizar parte dos recursos obtidos com a venda da sede de campo, para reformar, ampliar e revitalizar a Sede Social do C.L.

Preservar a história de nossa instituição e sua grandeza arquitetônica e cultural, não é só guardar recordações dos velhos tempos, mas possibilitar que outras gerações possam usufruir de um espaço nobre, onde estudar aspectos da cidade, conscientizar-se do empenho dos linense que nos antecederam. Além dos benefícios culturais e sociais advindos, não podemos nos esquecer de um outro aspecto, o enriquecimento do Patrimônio turístico da cidade.

Em 7 de janeiro2014,foi realizada nova Assembleia Geral Extraordinária com objetivo de fazer algumas alterações no Estatuto Social do C.L, que foram aprovadas.A Diretoria Executiva e o Conselho Deliberativo continuaram trabalhando arduamente na reforma, ampliação e revitalização da Sede Social, com o firme objetivo de manter viva a história do Clube Linense e da nossa sociedade, valorizar o passado e a memória , não só quanto a sua arquitetura, mas nas diversas áreas do conhecimento humano e resgatar o valor cultural, o pensamento, e o sentimento de todos os linenses. O C.Lé uma referência à identidade de tantas pessoas que ali viveram momentos únicos e inesquecíveis, verdadeira preservação de nossa memória.

Em 30 de Março de 2015, em Assembleia Geral Ordinária, foi eleito o Conselho Deliberativo para o biênio 2015/2017, quando concorreu apenas uma única chapa denominada, também, de “Preservação, Continuidade e Harmonia”, composta pelos sócios: Conselheiros Titulares: Álvaro Cardin, Álvaro Francisco Senise Queiros, André Luis Beozzo Junqueira de Andrade, Raul Furquim Neto, José Antônio Ribas, Marcelo Viegas Tristão, Clóvis Junqueira de Andrade, Arlindo Milanezzi, Sónia Rolim Prado Medrado e Roberto Durval Bunemer; Suplentes: Giseli Ariano Moura, Zélia Carvalho Simões, Maria Angélica Campos Corbucci, Luiz Fernando Rebelo Beato, Oscar Bráulio Beozzo Junqueira de Andrade, e a sua Diretoria assim constituída ,Presidente, José Antônio Ribas, Vice, Roberto Durval Bunemer,1º Secretário, Marcelo Viegas Tristão, 2º Secretário, Arlindo Milanezzi. Para Presidente da Diretoria Executiva, foi eleito Álvaro Cardin, e para o Conselho Fiscal, Raul Furquim Neto, Israel Verdeli e André Luiz Beozzo Junqueira de Andrade. Para preencher os demais cargos da Diretoria Executiva, o presidente nomeou para: Vice, Álvaro Francisco Senise Queiroz, 1º Secretário, Maria Angélica de Campos Corbucci, 2º Secretário, Paulo Erico Ferreira Villela, 1º Tesoureiro, Clóvis Junqueira de Andrade, 2º Tesoureiro, Oscar Bráulio Beozzo Junqueira de Andrade, Diretor de Patrimônio, Eliseu Gonçalves Elias JR , e Diretores Social , Luiz Antônio Moura Filho, Zélia Carvalho Simões e Eliana Villela Gonçalves.

O esforço e a dedicação de tantos diretores e associados fizeram do C.L um patrimônio respeitável, cujo espirito até hoje não morreu, mas segue cada vez mais vivo, rumo a mais um século de muitas emoções, de glórias e de conquistas, e animados no firme propósito de fazermos dele um Clube Empresa Sócio Cultural, de Eventos e Locações para que nóspossamos, e as futuras gerações desfrutar e compartilhar momentos de muita alegria e união sob o seu teto. O C.L tem uma história de glória, e um passado de conquistas, que merece todo o nosso respeito e o compromisso de um trabalho conjunto visando, cada vez mais a sua grandeza. Não podemos esquecer e prestar as nossas homenagens a todos os antigos dirigentes, aos associados e servidores pelo tanto que contribuíram para o engrandecimento e manutenção do C.L.

A história do Clube Linense, nesses quase 100 anos de tradição, foi construída com muita fé, trabalho, dedicação, doação, obstinação, e amor por parte de todos aqueles que o dirigiram, frequentaram ou nele trabalharam. Venceram os desafios para construir essa caminhada triunfante até nossos dias, com toda a garra, determinação, seriedade e orgulho. Enfrentamos agora mais um grande desafio: a reforma, ampliação e revitalização da Sede Social,e a reconstrução de nossa sociedade,com base nos valores morais e a excelente conduta social que sempre norteou as famílias linenses que a compõem.

A Diretoria Executiva e o Conselho Deliberativo continuam firmes no propósito de atingir os objetivos aprovados, ou seja, a reforma, ampliação e revitalização da Sede Social, possibilitando a sua entrega aos abnegados associados, tanto Patrimoniais, Remanescentes ou Novos, e os Remidos, que permanecem até hoje sem recebimento de qualquer benefício ou retorno, e à sociedade linense, o que esperamos acontecer o mais breve possível e dentro de nossas expectativas.

E a história continua...

Diretoria Executiva e Conselho Deliberativo

2015/2016

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